A Teoria de Gaia
A Teoria de Gaia, ou Teoria Biogeoquímica, trata-se de uma hipótese formulada pelo cientista inglês James E. Lovelock que foi lançada em 1979, com a publicação do livro "Gaia: um novo olhar sobre a vida na Terra". Originalmente nomeado como "Hipótese de Resposta da Terra", o livro teve seu nome mudado conforme a sugestão de William Golding, colega de Lovelock, que fez referência a titã Gaia, a qual na mitologia grega era conhecida como Mãe-Terra.
Segundo a Teoria de Gaia, o nosso planeta é um super-organismo, e, portanto, a Terra estaria capacitada a realizar ações em prol de sua autoproteção, exatamente como qualquer outro ser vivo, supondo que a mesma é capaz de reações que dificultem a vida de modo a defender a continuidade do equilíbrio estabelecido. No entanto, as reações do planeta não acontecem de uma forma linear, mas sim com uma complexa gama de interações.
Ainda segundo a teoria, os organismos não somente se adaptam ao ambiente físico, mas, através da sua ação conjunta nos ecossistemas, também adaptam o ambiente geoquímico as suas necessidades biológicas de forma que as comunidades de organismos e seus ambientes de entrada e saída desenvolvam-se em conjunto, como os ecossistemas. Ou seja, a própria vida na Terra é que faz a manutenção do solo, água, atmosfera e clima de maneira que permaneçam em condições favoráveis para que a vida se perpetue.
Para chegar a essa hipótese, Lovelock analisou, juntamente com a bióloga estadunidense Lynn Margulis, pesquisas que comparavam a atmosfera da Terra com a de outros planetas, vindo a propor que a vida da Terra tem função ativa na manutenção das condições para a sua própria existência. O gás oxigênio (O2), por exemplo, combina-se facilmente com outros elementos através de processos químicos como a oxidação, e, portanto, após alguns milênios, deixaria de existir nesta forma se não fosse continuamente reciclado através de processos biológicos.
Embora exista bastante controvérsia em se atribuir a denominação de "ser vivo" a um conjunto interdependente de populações biológicas em seu planeta físico, as linhas gerais da teoria que condizem a interação dos biomas com os elementos físicos da Terra e a ação da biosfera na manutenção dos ciclos de elementos essenciais, mantendo as condições ideais a vida e possibilitando sua própria sobrevivência, são hoje indiscutíveis.
Segundo a Teoria de Gaia, o nosso planeta é um super-organismo, e, portanto, a Terra estaria capacitada a realizar ações em prol de sua autoproteção, exatamente como qualquer outro ser vivo, supondo que a mesma é capaz de reações que dificultem a vida de modo a defender a continuidade do equilíbrio estabelecido. No entanto, as reações do planeta não acontecem de uma forma linear, mas sim com uma complexa gama de interações.
Ainda segundo a teoria, os organismos não somente se adaptam ao ambiente físico, mas, através da sua ação conjunta nos ecossistemas, também adaptam o ambiente geoquímico as suas necessidades biológicas de forma que as comunidades de organismos e seus ambientes de entrada e saída desenvolvam-se em conjunto, como os ecossistemas. Ou seja, a própria vida na Terra é que faz a manutenção do solo, água, atmosfera e clima de maneira que permaneçam em condições favoráveis para que a vida se perpetue.
Para chegar a essa hipótese, Lovelock analisou, juntamente com a bióloga estadunidense Lynn Margulis, pesquisas que comparavam a atmosfera da Terra com a de outros planetas, vindo a propor que a vida da Terra tem função ativa na manutenção das condições para a sua própria existência. O gás oxigênio (O2), por exemplo, combina-se facilmente com outros elementos através de processos químicos como a oxidação, e, portanto, após alguns milênios, deixaria de existir nesta forma se não fosse continuamente reciclado através de processos biológicos.
Embora exista bastante controvérsia em se atribuir a denominação de "ser vivo" a um conjunto interdependente de populações biológicas em seu planeta físico, as linhas gerais da teoria que condizem a interação dos biomas com os elementos físicos da Terra e a ação da biosfera na manutenção dos ciclos de elementos essenciais, mantendo as condições ideais a vida e possibilitando sua própria sobrevivência, são hoje indiscutíveis.
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